A simulação na análise do funcionamento de um bloco operatório

  • 24 agosto 2026, segunda-feira
  • Gestão

FOTO YAMU_JAY/ PIXABAY

Este artigo constitui um complemento do meu artigo “Dimensionamento do parque de um equipamento de reanimação ou de manutenção de vida”, publicado no número 134 desta mesma revista, com o objectivo de enfatizar as técnicas de simulação computorizadas no apoio à decisão no dimensionamento de recursos hospitalares.

É curioso escutar os comentários – quase sempre negativos – ou mesmo as opiniões de pessoas que aguardam a sua vez de ser atendidas numa qualquer fila de espera num hospital, de como endireitariam “as coisas” se detivessem o poder e os meios.

Tal como no futebol, muita gente parece saber melhor o que fazer do que os próprios treinadores! Se bem que as críticas nos alertam para a existência de problemas (pelo reconhecimento dos sintomas), as causas nem sempre são evidentes, e muito menos o serão as soluções possíveis. Pelo contrário, as causas, por vezes, são múltiplas e interdependentes e as soluções aparentes podem originar novos problemas. Ou seja, a intuição e o bom senso nem sempre são suficientes (se bem que sempre imprescindíveis).

Suponha o leitor que é confrontado com o seguinte problema: um dos serviços de cirurgia de um hospital é muito solicitado e a fila de espera de doentes aguardando operação não para de crescer. A administração do hospital decide pôr cobro a esta situação e solicita o parecer de um perito especialista na análise de sistemas operacionais (...)

Autor Rui Assis
Engenheiro Mecânico, PhD, IST.
Consultor de empresas en Gestão Operacional

Leia o artigo completo na TecnoHospital nº 135, maio/ junho 2026

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